Adriane Corrêa

Adriane Corrêa

Biografia

Adriane Corrêa é idealizadora e curadora da Exposição Além dos Verdes. Artista plástica, artesã, professora e produtora cultural, reside em Macapá–AP e atua de forma contínua no campo das artes visuais, da educação e da cultura amazônica. Foi eleita para a Cadeira de Artes Visuais do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Amapá, para o biênio 2026–2028, fortalecendo sua trajetória de participação, representação e defesa das políticas públicas para a cultura.
É especialista em Gestão e Docência do Ensino Superior, especialista em Arteterapia, possui MBA em Curadoria, Museologia e Gestão de Exposições em andamento e é graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Amapá. Professora da Rede Estadual de Ensino há 20 anos, ministra aulas de desenho artístico, pintura e artesanato no Centro de Educação Profissional em Artes Visuais Cândido Portinari.
Sua produção artística é marcada pela visualidade regional e pela valorização das poéticas amazônicas. Há mais de 20 anos, atua na criação de figurinos, cenários, esculturas e adereços para teatro e dança, além de desenvolver e ministrar cursos e oficinas de pintura e desenho artístico em instituições educacionais e de forma autônoma.
Integra a equipe curatorial do Movimento Artístico A Arte que nos Move e do Centro de Educação Profissional em Artes Visuais Cândido Portinari. Foi curadora da exposição “Aonde tu vai rapaz, por este caminho sozinho?” — Imazônia, 2021 —
Desde 2002, é cofundadora e produtora cultural da Associação Folclórica Raízes Culturais e também cofundadora e produtora cultural da Cia de Dança Raízes Culturais, com atuação voltada à divulgação e ao fortalecimento do folclore, das lendas, das tradições e das danças populares da Amazônia brasileira.
Também integra a coordenação do projeto social Raízes em Ação, que oferece atividades culturais e educativas para jovens em situação de vulnerabilidade social. Participa dos coletivos Imazônia, voltado à arte ecológica; Mulheres da Amazônia, que evidencia a produção artística de mulheres que vivenciam a região; e do Movimento Artístico A Arte que nos Move, reafirmando seu compromisso com a arte, a memória, a educação e a cultura amazônica.

Obras

Um suave sorriso, chapéu colorido e vestes floridas, a figura principal com olhar feliz e contemplativo é Francisca Ramos dos Santos, matriarca do Marabaixo conhecida como “Tia Chiquinha”. Na cena, a dama da cultura popular amapaense participa da retirada do mastro, cortejo festivo que celebra a alegria, tradição e o legado de resistência em suas bandeiras, caixas, tocadores e dançadeiras.
Um suave sorriso, chapéu colorido e vestes floridas, a figura principal com olhar feliz e contemplativo é Francisca Ramos dos Santos, matriarca do Marabaixo conhecida como “Tia Chiquinha”. Na cena, a dama da cultura popular amapaense participa da retirada do mastro, cortejo festivo que celebra a alegria, tradição e o legado de resistência em suas bandeiras, caixas, tocadores e dançadeiras.
A obra enfatiza memórias de família e conexões com a floresta, onde a vida mora nas histórias e lembranças das brincadeiras de rio, entre irmãos, numa disputa em que vencia aquele que mais se divertia. Elementos culturais das vivências ribeirinhas se destacam, casa palafita, remo, rio, folhas, verdes, grafismos marajoaras. A mulher imponente que observa com altivez é feita das mesmas substâncias das matas: é a experiência da floresta que a acompanha.
A obra enfatiza memórias de família e conexões com a floresta, onde a vida mora nas histórias e lembranças das brincadeiras de rio, entre irmãos, numa disputa em que vencia aquele que mais se divertia. Elementos culturais das vivências ribeirinhas se destacam, casa palafita, remo, rio, folhas, verdes, grafismos marajoaras. A mulher imponente que observa com altivez é feita das mesmas substâncias das matas: é a experiência da floresta que a acompanha.