Jyjy Nunes

Jyjy Nunes

Biografia

Jyjy Nunes é artista plástica, compositora, diretora artística, professora e produtora cultural.

Cresceu nas capitais amazônicas de Belém (PA) e Macapá (AP), onde mora e atua como professora de desenho e ilustração no Centro de Educação Profissional em Artes Visuais Cândido Portinari (AP), contribuindo na formação de várias gerações de artistas amapaenses. Especialista em Teoria e Práticas em Artes, é Licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amapá. Atua no setor artístico desde 2009, envolvida nas áreas de Música, Artes Visuais e Audiovisual. Idealizou e geriu diversos coletivos e eventos culturais e artísticos.

É assistente de curadoria na EXPOSIÇÃO ALÉM DOS VERDES. Premiada pelo 9° Salão de Artes do Sesc Amapá (2012) com a obra “Neutra”, foi artista selecionada na residência artística amapaense Tecnobarca Bailique (INSTITUTO UNIBANCO/2023), na minissérie documental paraense Tapume (ANCINE/TV CULTURA/2017), e na exposição paraense itinerante de videomapping Projeções do Feminino (FUNARTE/2014).

Sua poética é marcada por elementos surrealistas e místicos que se envolvem em temas como território, ecologia, sexualidade, espiritualidade e mitologia. É artista com pinturas, murais, ilustrações e desenhos. Desenvolve trabalho em composição e produção musical, e está lançando o EP Surreal Sol em 2026. É diretora criativa e roteirista, com videoartes, curtas metragens e videoclipes. É idealizadora e curadora independente no Amazonie Poiesis, plataforma autônoma dedicada à reflexão e circulação de música, cinema, poesia e artes visuais amazônicas contemporâneas.

Obras

A destruição da natureza selvagem é a maior fonte de simbolismo do estado brasileiro; modernização por expropriação. A pintura é uma obra de denúncia que evidencia a violência contra a terra e o abandono dos seres mais atingidos pela devastação da Amazônia: os povos originários, as mulheres extrativistas chefes de família, a fauna e a flora. Kysthar, personagem da artista que representa o elemento Terra em simbiose com o reino animal, surge com vestes de marabaixeiras amapaenses e aparece duplicada, abraçando-se, como quem só pode contar consigo, mesmo sendo todos partes dela mesma. A obra destaca as principais causas da devastação ambiental na Amazônia: pecuária, soja e garimpo.
A destruição da natureza selvagem é a maior fonte de simbolismo do estado brasileiro; modernização por expropriação. A pintura é uma obra de denúncia que evidencia a violência contra a terra e o abandono dos seres mais atingidos pela devastação da Amazônia: os povos originários, as mulheres extrativistas chefes de família, a fauna e a flora. Kysthar, personagem da artista que representa o elemento Terra em simbiose com o reino animal, surge com vestes de marabaixeiras amapaenses e aparece duplicada, abraçando-se, como quem só pode contar consigo, mesmo sendo todos partes dela mesma. A obra destaca as principais causas da devastação ambiental na Amazônia: pecuária, soja e garimpo.